Vacina da Pfizer chega em maio e vacinação deve se concentrar no Barigui, projeta secretária de saúde

Foto: Dado Ruvic/ Reuters

A cidade de Curitiba se candidatou para receber vacinas da Pfizer e a expectativa é a de que as primeiras doses cheguem à capital nas próximas semanas, segundo a projeção da Secretaria Municipal da Saúde.

Por se tratar de uma vacina de RNA mensageiro, uma tecnologia diferente dos imunizantes disponíveis no Brasil até o momento (CoronaVac e Oxford/AstraZenca), a forma de armazenamento impõe um desafios logísticos.

O principal deles é o armazenamento a baixíssimas temperaturas, entre -70°C e -80°C, muito abaixo do padrão dos refrigeradores mais comuns, que mantêm a temperatura entre 2°C e 8°C.

De acordo com a secretária municipal da Saúde, Márcia Huçulak, a cidade de Curitiba começou a se preparar para a vacina da Pfizer a partir das primeiras informações sobre a possibilidade de compra do imunizante, em 2020.

A chefe da pasta diz que o município não tinha refrigeradores deste porte, mas a solução pode estar nas universidades. A PUCPR e a Evangélica Mackenzie estão entre as instituições que têm freezers nos laboratórios.

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Segundo a secretária municipal da Saúde, além do armazenamento em baixíssimas temperaturas, a vacina da Pfizer também exige outras adaptações para o manuseio adequado, incluindo diluentes próprios e seringas específicas.

A Secretaria Municipal da Saúde projeta receber o primeiro lotes de vacinas da Pfizer até meados de maio. Até lá, as equipes devem passar por treinamentos internos e por uma especialização oferecida pelo Ministério da Saúde.

Matéria completa em: Paraná Portal.

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