Governo libera quase R$ 500 mil em maio para 271 pequenos produtores rurais através do Programa Nossa Gente Paraná

O Programa Nossa Gente Paraná, da Secretaria de Justiça, Família e Trabalho, liberou, no mês de maio, R$ 488 mil para incentivar a melhoria das atividades agrícolas e a geração de renda para 271 famílias do campo. A iniciativa, chamada Renda Agricultor, conta com parceria da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento e do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná Iapar-Emater (IDR-Paraná).

“Os recursos do Renda Agricultor são investidos em pequenas reformas para melhorar a qualidade de vida das famílias atendidas, como saneamento básico, incentivo à produção para consumo próprio e para impulsionar o desempenho das atividades agrícolas”, explicou o secretário Ney Leprevost.

O recurso foi repassado para atendimento às famílias de 49 municípios levando em conta seus aspectos culturais. A população atendida inclui pescadores, população indígena, quilombola e faxinalense, que é um segmento que se caracteriza pelo uso socializado das terras. 

Em parceria com as prefeituras, os técnicos das secretarias envolvidas elaboram os projetos mediante a identificação das necessidades de cada família. Dentro do número total de participantes, as principais atividades realizadas no programa têm como alvo produção avícola, horticultura, manejo de leite e criação de suínos.

Para Everton de Oliveira, coordenador dos projetos Renda Agricultor Familiar e Inclusão Produtiva Solidária, a possibilidade de implantar um projeto produtivo eleva a autoestima e a dignidade dos envolvidos. “Eles se percebem capazes de produzir, gerar renda e cuidar das suas famílias”, afirmou.

PROJETO – Os recursos do Renda Agricultor Familiar são financiados pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), por contrapartida do Estado, via Fundo Estadual de Combate à Pobreza. Eles devem ser investidos na geração de renda e na melhoria da qualidade de vida.

São repassados pela Sejuf e pela Seab e o trabalho é executado pelo IDR. Os extensionistas elaboram,  juntamente com as famílias atendidas, um projeto de estruturação da unidade produtiva familiar, que pode abranger atividades em saneamento básico (construção de banheiro e proteção de fontes), produção para autoconsumo e apoio a processos produtivos (geração de renda através de atividades agrícolas e não-agrícolas).

“Estamos conseguindo ajudar os agricultores familiares, que são prioridade nas políticas públicas do Estado, a crescer e tornar seu produto mais competitivo no mercado”, arrematou o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara.

AEN/ Foto: Reprodução

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