Deputado Filipe Barros protocola projeto que propõe a criação da Universidade Federal do Iguaçu

O deputado federal Filipe Barros protocolou o Projeto de Lei 4505/2021, que propõe a transformação do campi da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) no Paraná na Universidade Federal do Iguaçu (UFI). O objetivo do projeto é ampliar a atuação da instituição, abrangendo as unidades de Laranjeiras do Sul e Realeza. Hoje, a administração destes campi é subalterna à reitoria da UFFS em Chapecó (SC).

“O que se propõe é a possibilidade de construirmos a Universidade Federal do Iguaçu, com abrangência territorial das regiões Sudoeste, Centro Sul e Oeste do Paraná e com sede da sua reitoria em Laranjeiras do Sul, o que resultará em crescimento ordenado e contínuo. Com o apoio da comunidade paranaense e do governo federal, poderemos estender futuras unidades a outras cidades abrangidas, ampliando o número de docentes e servidores e o número de cursos nos campi, como por exemplo Medicina, Engenharias, Farmácia, Enfermagem, Pedagogia e Ciência da Computação, entre outros que fazem parte da demanda regional”, explica o deputado Filipe Barros.

Segundo o deputado, historicamente, o apoio e a articulação entre os Poderes Legislativo e Executivo têm se mostrado fundamental na criação e ampliação de universidades. “Como exemplo temos o Rio Grande do Sul e Minas Gerais; como a ajuda e esforço do Legislativo, os Estados estão entre os que contam com maior número de Universidades Federais. Outro exemplo é a iniciativa que aconteceu no Rio Grande do Norte, que assumiu o protagonismo por dois deputados e com os projetos de Universidades em Mossoró e Mesorregião Fronteira Sul, conseguiram convencer o MEC em Brasília a criar as duas universidades”.

Recursos

O deputado paranaense afirmou ainda a importância do aporte de recursos para a Universidade, que repercutirão regionalmente. “A UFI irá abrir novos horizontes de aporte de recursos, funcionamento administrativo, de produção e difusão do conhecimento e com autonomia para gerir sua própria política acadêmica, no rumo da construção de um grande centro do saber. Tendo desdobramentos no setor econômico, social e cultural em ampla região do Paraná”, afirmou Filipe Barros.

Foto: reprodução