Tasso Jereissati se coloca como opção do PSDB para a Presidência em 2022

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Governador do Ceará por três vezes e no final do segundo mandato como senador, Tasso Jereissati não se arrisca numa eleição para um cargo executivo desde 1999, quando foi escolhido nas urnas para comandar seu estado pela última vez. Passados sete anos na zona de conforto do Legislativo, onde as excelências podem escolher as batalhas que vão abraçar, o tucano conhecido pela voz baixa e pelo invejável saldo bancário (quase 400 milhões de reais em bens declarados) começou a se mover na direção do que deverá ser o maior desafio de sua vida pública: a disputa pela Presidência da República no ano que vem.

Para tirar o plano do papel, falta convencer uma porção de gente, dentro e fora do seu partido, de que ele é o personagem ideal para unir as forças da centro-direita, liderando uma chapa capaz de chegar ao segundo turno e, o mais importante de tudo, amealhar votos suficientes para ultrapassar os favoritíssimos Jair Bolsonaro ou Luiz Inácio Lula da Silva. O próprio Jereissati ainda resiste a bater o martelo. Adianta que só o fará se tiver a certeza de que será competitivo. “Sei que seria um bom presidente, mas, antes, preciso saber se sou um bom candidato”, costuma dizer aos aliados.

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