“Tem que vacinar” alerta diretora da OMS

A diretora-geral adjunta para medicamentos e produtos farmacêuticos da OMS (Organização Mundial da Saúde), Mariângela Galvão Simão, disse em Curitiba que o melhor enfrentamento contra a Covid é a vacinação. “As vacinas são altamente efetivas para evitar casos graves, hospitalização e morte, portanto, tem que vacinar”, afirmou Mariângela Galvão em conversa com gestores do SUS da capital e região Metropolitana.

“A doutora Mariângela é uma profissional de alta referência para todos nós da saúde. Ela trabalha na OMS justamente nesta área de medicamentos e fármacos, tem um grande conhecimento e experiência em relação de como enfrentarmos a covid e outras doenças endêmicas”, declarou o deputado Michele Caputo, que participou do encontro com Mariângela juntamente o prefeito Rafael Greca, o vice-prefeito Eduardo Pimentel, a secretária Márcia Huçulak (Saúde) e o deputado federal Luciano Ducci.

A diretora da OMS já participou de duas reuniões da Frente Parlamentar contra o Coronavírus e, reiteradamente, é consultada pelo deputado Michele Caputo quando os assuntos são covid e vacinação. “As participações de Mariângela foram muito esclarecedoras aos deputados da frente parlamentar e para quem participou ou assistiu às reuniões . Ainda nesta semana a consultei sobre a necessidade da exigência do passaporte sanitário. Além da proteção, segundo ela, evita a lotação da rede hospitalar. Ela nos alertou ainda que a pandemia não acabou e todos os cuidados devem ser mantidos”, disse o deputado.


RESPOSTA

A diretora da OMS destacou a estratégia de combate à pandemia. Ao falar sobre os desafios do combate ao coronavírus, ela disse que é preciso concentrar nos esforços da resposta emergencial para o controle sustentado. Isso implica reduzir  exposição, transmissão, morbidades e mortalidade, segundo a diretora da OMS.

“Os cientistas já trabalham em uma vacina que proteja contra todas as variantes, uma pan-vacina”, afirmou.  A diretora da OMS também falou sobre a eventual aplicação de uma quarta dose de reforço.  “Pode ser que a gente venha a ter necessidade, mas não por enquanto”, advertiu. (Foto: Divulgação)